{"id":1236,"date":"2017-04-15T18:45:57","date_gmt":"2017-04-15T16:45:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.filef.net\/2017\/04\/15\/421-eles-por-eles\/"},"modified":"2017-04-15T18:45:57","modified_gmt":"2017-04-15T16:45:57","slug":"421-eles-por-eles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/emigrazione-notizie.org\/?p=1236","title":{"rendered":"421 Eles por Eles"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t20051111 11:08:00 rod<\/p>\n<p>CCBB Rio e Grupo N\u00f3s do Morro apresentam 86 trabalhos de produ\u00e7\u00e3o audiovisual realizados por novos autores na mostra de cinema e v\u00eddeo \u201cOutros Olhares, Outras Vozes\u201d<\/p>\n<p>Foi em 1992 que o cinema encontrou o N\u00f3s do Morro pela primeira vez. Guti Fraga, fundador do Grupo, conheceu Rosane Svartman e Vin\u00edcius Reis fazendo participa\u00e7\u00f5es em cinema e televis\u00e3o e os convidou para conhecer o trabalho de teatro que desenvolvia no Vidigal. Logo depois os cineastas come\u00e7aram a desenvolver o projeto do document\u00e1rio \u201cTestemunho N\u00f3s do Morro\u201d para contar a hist\u00f3ria do Grupo. O filme, que tem roteiro de Rosane e dire\u00e7\u00e3o de Vin\u00edcius, s\u00f3 foi realizado em 1995 e, a partir de uma identifica\u00e7\u00e3o com os princ\u00edpios de acesso \u00e0 arte, os cineastas criaram o N\u00facleo de Audiovisual do N\u00f3s do Morro, que inicialmente dava aulas de hist\u00f3ria do cinema e roteiro. Hoje, o Vidigal \u00e9 considerado um celeiro criativo do cinema nacional, tanto pela qualidade de atores atuando nos sets, quanto pela realiza\u00e7\u00e3o de filmes, al\u00e9m de contar, desde julho \u00faltimo, com o curso de forma\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos de audiovisual, que funciona como um dos 53 Pontos de Cultura do MINC.<\/p>\n<p>Comemorando seu 19\u00ba anivers\u00e1rio, o Grupo N\u00f3s do Morro convidou outros dezesseis grupos para juntos fazerem chegar ao grande p\u00fablico seus trabalhos de audiovisual em Outros Olhares, Outras Vozes. A mostra exibir\u00e1 86 filmes produzidos n\u00e3o s\u00f3 pelo N\u00f3s do Morro, mas tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o de mais catorze grupos formados em comunidades e dois atuantes cineclubistas e produtores. CEASM, Afroreggae, N\u00f3s do Cinema, Kinoforum, Kabum, Jongo da Serrinha, Cia. \u00c9tnica de Dan\u00e7a, Casa das Artes da Mangueira, Associa\u00e7\u00e3o Imagem Comunit\u00e1ria, CUFA, Cecip, TV Morrinho, Cineclube Mate com Ang\u00fa e Cav\u00eddeo formam o time de exibidores de Outros Olhares, Outras Vozes, que ocupar\u00e1 o Cinema e a Sala de V\u00eddeo do CCBB Rio, de 15 a 20 de novembro, e tem curadoria de Rosane Svartman e Marina Viera.<\/p>\n<p>Dos 86 filmes exibidos, 52 s\u00e3o document\u00e1rios, 19 s\u00e3o de fic\u00e7\u00e3o, cinco de anima\u00e7\u00e3o, oito clipes e dois experimentais, destes apenas tr\u00eas s\u00e3o longas-metragens. Outros Olhares, Outras Vozes apresenta um painel do que \u00e9 produzido por um n\u00facleo cada vez mais emblem\u00e1tico da cultura brasileira: a apropria\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o audiovisual pela periferia e seus produtos, al\u00e9m de mostrar o que o contato com a arte modificou na perspectiva de vida e vis\u00e3o de mundo de milhares de jovens engajados nestes projetos. \u201c\u00c9 um conjunto de produ\u00e7\u00f5es que emocionam pela sua diversidade, conte\u00fado e renova\u00e7\u00e3o da linguagem audiovisual que levam um mergulho no imagin\u00e1rio desses artistas que inventam e recuperam hist\u00f3rias ou simplesmente apresentam seu dia a dia sob um ponto de vista \u00fanico, original\u201d, fala a cineasta e curadora Rosane Svartman. <\/p>\n<p>Outros Olhares, Outras Vozes<\/p>\n<p>Por Guti Fraga<\/p>\n<p>Fundador e Presidente do Grupo N\u00f3s do Morro<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, a cr\u00edtica especializada e os profissionais do ramo audiovisual t\u00eam voltado o seu olhar para as produ\u00e7\u00f5es do que poder\u00edamos chamar de \u201ccircuito alternativo\u201d. S\u00e3o document\u00e1rios, curtas e m\u00e9dias-metragens produzidos por grupos formados em bairros carentes, favelas e na periferia das grandes cidades, feitos de uma forma mais artesanal e com baixo custo e poucos recursos. Muitas vezes, seus realizadores t\u00eam que tirar do seu pr\u00f3prio bolso o dinheiro para finalizar os seus trabalhos, j\u00e1 que os patroc\u00ednios \u2013 quando s\u00e3o obtidos \u2013 n\u00e3o s\u00e3o suficientes para cobrir todos os custos da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas o que faz a m\u00eddia, os produtores do circuito profissional e o p\u00fablico em geral come\u00e7arem a ter sua aten\u00e7\u00e3o despertada para esse novo tipo de \u201cproduto\u201d s\u00e3o a qualidade e as propostas est\u00e9ticas e de linguagem que eles carregam no seu bojo e que propiciam um novo tipo de olhar \u2013 ou esperan\u00e7a \u2013 para o audiovisual nacional. Nesta mostra realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, conseguimos reunir alguns exemplos desses trabalhos que comprovam as experi\u00eancias bem-sucedidas implantadas em projetos de cunho cultural-social.<\/p>\n<p>Em todas essas associa\u00e7\u00f5es, o cinema surgiu como uma das possibilidades (como o teatro, a dan\u00e7a, a pintura etc) para que os seus integrantes expressem a sua vis\u00e3o a respeito do mundo ao qual est\u00e3o inseridos, embora a sociedade tente de v\u00e1rias maneiras mant\u00ea-los exclu\u00eddos. As mensagens que estas produ\u00e7\u00f5es alternativas mandam para a classe dominante e, em particular, para o  mainstream  do setor audiovisual nacional \u00e9 muito clara: N\u00e3o se trata da cria\u00e7\u00e3o de uma nova est\u00e9tica, de um novo projeto de vanguarda, visando \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma nova linguagem cinematogr\u00e1fica. Mas sim, de uma forma aut\u00eantica de express\u00e3o, que se utiliza dos mesmos conceitos e par\u00e2metros formais das produ\u00e7\u00f5es do mercado cinematogr\u00e1fico convencional \u2013 afinal de contas, muitos diretores e produtores profissionais fazem parte desses projetos, dando aulas, oficinas e, at\u00e9 mesmo, atuam na dire\u00e7\u00e3o deles.<\/p>\n<p>A grande novidade e diferen\u00e7a que os filmes produzidos nessas comunidades apresentam \u00e9 a for\u00e7a e a verdade com que suas hist\u00f3rias s\u00e3o apresentadas: s\u00e3o hist\u00f3rias de vida; de sonhos; de anseios; de busca pelo reconhecimento perante uma sociedade que, a todo momento, procura manter a popula\u00e7\u00e3o mais pobre de nossa cidade \u00e0 margem do acesso aos bens culturais produzidos com incentivos oriundos dos cofres p\u00fablicos, dos impostos e taxas socialmente divididos por todos os cidad\u00e3os. A\u00ed sim, a cria\u00e7\u00e3o desses filmes faz lembrar os ideais e as utopias dos anos 60, quando o Cinema Novo floresceu, investindo na id\u00e9ia de que era poss\u00edvel sim fazer cinema com uma c\u00e2mera na m\u00e3o e uma id\u00e9ia na cabe\u00e7a, retratando o povo e a nossa realidade tal qual como ela \u00e9.<\/p>\n<p>Organizar essa mostra no CCBB, compartilhando o espa\u00e7o com todos esses trabalhos desenvolvidos em favelas e na periferia das grandes cidades \u00e9 motivo de muito orgulho para o N\u00f3s do Morro que, desde 1996, acredita e investe no desenvolvimento do seu n\u00facleo de audiovisual, experimentando e formando gente que muito tem a contribuir para a cria\u00e7\u00e3o de um novo movimento capaz de balan\u00e7ar e, qui\u00e7\u00e1, revolucionar o audiovisual no Brasil. Nesta mostra, o p\u00fablico poder\u00e1 ver como esses outros olhares, essas outras vozes est\u00e3o pensando e interagindo para colocar na tela uma outra realidade, um outro pa\u00eds t\u00e3o esquecido, mas que tem tanto a contribuir para acabar com o verdadeiro apartheid social existente na nossa sociedade. <\/p>\n<p>N\u00f3s do Morro \u2013 N\u00facleo de Audiovisual do Grupo N\u00f3s do Morro<\/p>\n<p>Com pr\u00eamios no curr\u00edculo e reconhecimento p\u00fablico, o que em 1986 era um sonho do diretor e ator Guti Fraga se tornou realidade atrav\u00e9s de disciplina, perseveran\u00e7a e amor \u00e0 arte. Desde 2001, o Grupo N\u00f3s do Morro conta com patroc\u00ednio da Petrobras que garante toda a infra-estrutura para a manuten\u00e7\u00e3o da sede e sal\u00e1rios de toda a infra-estrutura educacional da institui\u00e7\u00e3o. S\u00e3o 300 alunos matriculados nos dois cursos oferecidos pela ONG, o \u201cCurso de Forma\u00e7\u00e3o para Atores e T\u00e9cnicos\u201d e o \u201cN\u00facleo de Forma\u00e7\u00e3o Audiovisual do Grupo N\u00f3s do Morro\u201d.<\/p>\n<p>O N\u00facleo de Audiovisual do Grupo N\u00f3s do Morro foi fundado pelos cineastas Rosane Svartman e Vin\u00edcius Reis em 1995. O N\u00f3s do Morro realizou seu primeiro curta em pel\u00edcula, \u201cO Jeito brasileiro de ser Portugu\u00eas\u201d, de Gustavo Melo, em 2001.  \u201cMina de F\u00e9\u201d, de Luciana Bezerra, curta em pel\u00edcula, de 2003, ganhou diversos pr\u00eamios, entre eles o Candango de Melhor Curta no 37\u00ba Festival de Cinema de Bras\u00edlia. Desde 2004, o Grupo N\u00f3s do Morro conta com o apoio do BNDES que doou ao N\u00facleo de Audiovisual uma s\u00e9rie de equipamentos para dar apoio aos cursos de forma\u00e7\u00e3o e \u00e0s realiza\u00e7\u00f5es. Em 2004, cerca de 300 trabalhos em Cinema e TV foram feitos por atores e t\u00e9cnicos formados pelo N\u00f3s do Morro.  <\/p>\n<p>O Ponto de Cultura \u201cN\u00facleo de Forma\u00e7\u00e3o Audiovisual do Grupo N\u00f3s do Morro\u201d, parceira entre o N\u00f3s do Morro e o MINC vai capacitar 50 pessoas neste curso de um ano, com duas turmas de 25 pessoas (Matutino e Noturno), durante dois anos, para atuarem na \u00e1rea Audiovisual, com aulas de Hist\u00f3ria do Cinema, Roteiro e Dire\u00e7\u00e3o, no primeiro semestre e Produ\u00e7\u00e3o, C\u00e2mera e Edi\u00e7\u00e3o no segundo semestre. Ao final de cada ano ser\u00e3o um m\u00ednimo de dois v\u00eddeos curtas-metragens que percorrer\u00e3o festivais de cinema, circuitos de cineclubes, al\u00e9m de estarem disponibilizados na internet. As aulas da primeira turma do N\u00facleo de Forma\u00e7\u00e3o Audiovisual come\u00e7aram em julho deste ano.<\/p>\n<p>Outra boa not\u00edcia \u00e9 que ser\u00e1 rodado entre os dias 04 e 11 de novembro, o terceiro trabalho em pel\u00edcula do N\u00f3s do Morro, \u201cpicol\u00e9, Pintinho e pipa\u201d. A dire\u00e7\u00e3o \u00e9 de Gustavo Melo \u2013 que dirigiu o curta \u201cO Jeito Brasileiro de Ser Portugu\u00eas\u201d, primeiro filme em pel\u00edcula do grupo do Vidigal \u2013 e roteiro de Andr\u00e9 Santinho, premiado pelo MINC no concurso de roteiros na categoria infanto-juvenil.<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 15 novembro \u2013 Ter\u00e7a-feira<\/p>\n<p>(19h) &#8211; 4 X N\u00f3s do Morro -2005<\/p>\n<p>Neguinho e Kika &#8211; 2004<\/p>\n<p>(21h) &#8211; Tzara &#8211; 2005<\/p>\n<p>Mina de F\u00e9 &#8211; 2002<\/p>\n<p>Tangerina do Vidigal &#8211; 2002<\/p>\n<p>O Jeito Brasileiro de Ser Portugu\u00eas &#8211; 2001<\/p>\n<p>H\u00e9rcules &#8211; 2004<\/p>\n<p>Ary \u00e9 show &#8211; 2002<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 19 novembro \u2013  S\u00e1bado (16h30)<\/p>\n<p>Neguinho e Kika &#8211; 2004 <\/p>\n<p>O Jeito Brasileiro de Ser Portugu\u00eas &#8211; 2001<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 20 novembro \u2013  Domingo (16h30)<\/p>\n<p>Tzara \u2013 2005<\/p>\n<p>Afro Reggae &#8211; O Grupo Cultural Afro Reggae (GCAR) surgiu em janeiro de 1993, e tem como cren\u00e7a que a maneira mais eficiente de promover o desenvolvimento do pa\u00eds come\u00e7a por criar oportunidades para aqueles que est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de risco pessoal, a fim de que eles possam deixar de ser mais um n\u00famero nas estat\u00edsticas de pobreza e viol\u00eancia para se tornarem cidad\u00e3os que contribuam para a constru\u00e7\u00e3o de riquezas, e, na justa medida, possam tamb\u00e9m ter o direito de usufruir das mesmas. (www.afroreggae.org.br) <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 19 novembro \u2013  (21h)<\/p>\n<p>Capa de Revista <\/p>\n<p>Conflitos Urbanos<\/p>\n<p>Me Espere<br \/>\nTo Bolado <\/p>\n<p>Haiti <\/p>\n<p>A Mosca <\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Imagem Comunit\u00e1ria (AIC) &#8211; \u00e9 uma ONG de Belo Horizonte, Minas Gerais, que atua na promo\u00e7\u00e3o do acesso p\u00fablico aos meios de comunica\u00e7\u00e3o. Constr\u00f3i espa\u00e7os na m\u00eddia para que grupos com poucas oportunidades de visibilidade se coloquem no debate p\u00fablico, fomentando, assim, a constru\u00e7\u00e3o da cidadania. (www.aic.org.br) <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 16 novembro \u2013 Quarta-feira (16h30)O Julgamento da Televis\u00e3o 2 \u2013 2005<br \/>\nSala de V\u00eddeo \u2013 Dia 17 novembro \u2013 Quinta-feira (16h30)<\/p>\n<p>Preto ou Negro? Discuss\u00e3o Sobre o Racismo no Brasil \u2013 2 \u2013 2004<\/p>\n<p>8\u00aa Parada do Orgulho GLBT de Belo Horizonte \u2013 2005 <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 18 novembro \u2013 Sexta-feira (21h)<\/p>\n<p>Quando Eu Era Jovem \u2013 2003<\/p>\n<p>Preto ou Negro? Discuss\u00e3o Sobre o Racismo no Brasil \u2013 2 \u2013 2004<\/p>\n<p>8\u00aa Parada do Orgulho GLBT de Belo Horizonte \u2013 2005<\/p>\n<p>Casa das Artes da Mangueira &#8211; A Associa\u00e7\u00e3o Casa das Artes de Educa\u00e7\u00e3o e Cultura \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que tem como objetivo gerar, atrav\u00e9s da forma\u00e7\u00e3o em arte, alternativas culturais para a vida de crian\u00e7as e jovens que vivem em situa\u00e7\u00e3o de risco social em comunidades de baixa renda. Os projetos realizados pela Casa das Artes objetivam implementar o protagonismo juvenil e  a conquista da escolaridade para crian\u00e7as, atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es educacionais apoiadas na rela\u00e7\u00e3o: arte, cultura e cidadania.<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 20  novembro \u2013 Domingo (19h)<\/p>\n<p>Mangueira Se Anima, Dan\u00e7a Animada, Hist\u00f3rias de Tr\u00eas e Anima\u00e7\u00e3o em Massinha<\/p>\n<p>Cav\u00eddeo &#8211; Locadora de v\u00eddeo fundada h\u00e1 oito anos e produtora de audiovisual h\u00e1 dois, a Cav\u00eddeo \u00e9 uma das precursoras da retomada do movimento cineclubista do Rio de janeiro. Em quatro anos , s\u00e3o cerca de 150 mostras e festivais em diversos pontos do Rio de Janeiro. A Cav\u00eddfeo tamb\u00e9m promove cineclubes regulares na Faculdade de Cinema da Universidade Est\u00e1cio de S\u00e1 e o Cobal Drive In, na Cobal do Humait\u00e1, e colabora com o Cineclube Vidigal, que realiza exibi\u00e7\u00f5es quinzenais na sede do N\u00f3s do Morro.<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 19 novembro \u2013 S\u00e1bado (19h)<\/p>\n<p>Rap do Zinho \u2013 2005<\/p>\n<p>Soul Rocinha Hip Hop \u2013 2004<\/p>\n<p>Raio X \u2013 2005<\/p>\n<p>Programa de Crian\u00e7a \u2013 2005 <\/p>\n<p>Brasil com P \u2013 2005  <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 20 novembro \u2013  S\u00e1bado (16h30)<br \/>\nSoul Rocinha Hip Hop \u2013 2004<\/p>\n<p>Brasil com P \u2013 2005  <\/p>\n<p>CEASM &#8211; Centro de Estudos e A\u00e7\u00f5es Solid\u00e1rias da Mar\u00e9 \u2013 \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o civil, sem fins lucrativos, criada em 15 de agosto de 1997. O CEASM atua no conjunto de comunidades populares da Mar\u00e9, \u00e1rea da cidade do Rio de Janeiro que re\u00fane cerca de 130 mil moradores. O Centro foi fundado e \u00e9 dirigido por moradores e ex-moradores locais que, em sua grande maioria, conseguiram chegar \u00e0 universidade. Os projetos desenvolvidos pelo CEASM visam superar as condi\u00e7\u00f5es de pobreza e exclus\u00e3o existentes na Mar\u00e9, apontado como o terceiro bairro de pior \u00cdndice de Desenvolvimento Humano da cidade. (www.ceasm.org.br)  <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 15 novembro \u2013 Ter\u00e7a-feira (16h30)<\/p>\n<p>A Fome \u2013 2002<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 16 novembro \u2013 Quarta-feira  (21h)<br \/>\nJoga a Rede no Passado \u2013 1991<\/p>\n<p>A Mar\u00e9 como Antigamente \u2013 2003<\/p>\n<p>A Fome \u2013 2002<\/p>\n<p>M\u00e3e Sebastiana \u2013 2002<\/p>\n<p>O Abate \u2013 2001<\/p>\n<p>O Mundo Anda Muito Complicado \u2013 2002<\/p>\n<p>V\u00eddeo Leitura \u2013 2005<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 19 novembro \u2013 S\u00e1bado (16h30)<\/p>\n<p>Um crime Quase Perfeito \u2013 2005 <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 20 novembro \u2013 Domingo (16h30)<\/p>\n<p>O Mundo Anda Muito Complicado \u2013 2002<\/p>\n<p>CECIP &#8211; Centro de Cria\u00e7\u00e3o de Imagem Popular &#8211; foi fundado em 1986, por profissionais de diversas \u00e1reas, unidos pelo interesse em criar materiais educativos acess\u00edveis a respeito dos direitos e deveres da cidadania. A princ\u00edpio produzindo apenas v\u00eddeos, progressivamente o CECIP passou a criar kits educativos, compostos de v\u00eddeos, manuais, folhetos e cartazes, e a investir em capacita\u00e7\u00e3o de profissionais da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 15 novembro \u2013 Ter\u00e7a-feira (16h30)<\/p>\n<p>Resist\u00eancia Urbana &#8211; 2004<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 16 novembro \u2013 Quarta-feira (16h30)<\/p>\n<p>Migra\u00e7\u00e3o Nordestina &#8211; 2004<\/p>\n<p>Por Uma Vida Melhor \u2013 2005 <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 19  novembro \u2013  S\u00e1bado (21h)<\/p>\n<p>Funk Rio &#8211; 1994<\/p>\n<p>Cia \u00c9tnica de Dan\u00e7a &#8211; Capacitam jovens na teoria e na pr\u00e1tica atrav\u00e9s de oficinas de dan\u00e7a, teatro, produ\u00e7\u00e3o e cidadania, que se integraram profissional e economicamente ao mercado cultural do Rio. Outra faceta do projeto est\u00e1 na forma\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos atrav\u00e9s de oficinas onde s\u00e3o estimuladas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o artesanal de equipamentos, \u00e0 pr\u00e1tica e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnicas de eletricidade e recupera\u00e7\u00e3o de aparelhos obsoletos.<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 20 novembro \u2013 Domingo (21h)<\/p>\n<p>Mix Mem\u00f3ria \u2013 2004<\/p>\n<p>Sobreviventes \u2013 2005 <\/p>\n<p>Enter \u2013 2005 <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 20 novembro \u2013 Domingo (16h30)<br \/>\nA Dan\u00e7a Pra Mim \u2013 2003<\/p>\n<p>Cineclube Mate Com Angu &#8211; Nasceu em 2002, a partir da necessidade de alimentar na Baixada Fluminense uma movimenta\u00e7\u00e3o e uma discuss\u00e3o sobre a produ\u00e7\u00e3o\/exibi\u00e7\u00e3o de imagens e suas implica\u00e7\u00f5es sociais e est\u00e9ticas na realidade e no modo de vida da regi\u00e3o. Sistematicamente, o grupo vem atuando em duas frentes distintas, embora interligadas: a exibi\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de filmes. A resposta tem sido a presen\u00e7a de um p\u00fablico cada vez mais \u00e1vido por bens culturais e que geralmente n\u00e3o tem acesso. Al\u00e9m das exibi\u00e7\u00f5es regulares que acontecem sempre \u00e0s \u00faltimas quartas-feiras do m\u00eas, o Cineclube tamb\u00e9m vem apresentando filmes e debates em escolas, associa\u00e7\u00f5es de moradores, ONG\u00b4s e espa\u00e7os culturais por toda a regi\u00e3o da Baixada e Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo \u2013 Dia 15 novembro \u2013 Ter\u00e7a-feira (16h30)<\/p>\n<p>Can\u00e7\u00e3o dos Oprimidos \u2013 2004<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 19 novembro \u2013 S\u00e1bado (21h)<\/p>\n<p>Rap de Saia \u2013 2005 <\/p>\n<p>CUFA &#8211; funciona como um p\u00f3lo de produ\u00e7\u00e3o cultural e atrav\u00e9s de parcerias, apoios e patroc\u00ednios forma e informa jovens de comunidades, oferecendo perspectivas de inclus\u00e3o social. Promove atividades nas \u00e1reas da educa\u00e7\u00e3o, lazer, esportes, cultura e cidadania \u2013 contribuindo para o desenvolvimento humano. (www.cufa.com.br) <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 19 novembro \u2013 S\u00e1bado (19h)<\/p>\n<p>Dita \u2013 2003<\/p>\n<p>Bum na Dire\u00e7\u00e3o \u2013 2003<br \/>\nTr\u00eas na Madrugada \u2013 2003<\/p>\n<p>Depress\u00e3o &#8211; 2003<\/p>\n<p>Jongo da Serrinha &#8211; O Grupo Cultural Jongo da Serrinha (GCJS) cria grupos art\u00edsticos e tamb\u00e9m gera renda atrav\u00e9s de espet\u00e1culos integrados por crian\u00e7as e jovens que participam dos seus projetos de qualifica\u00e7\u00e3o profissional em m\u00fasica, dan\u00e7a e produ\u00e7\u00e3o cultural. Seu projeto pol\u00edtico-pedag\u00f3gico \u00e9 baseado na preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e na valoriza\u00e7\u00e3o da cultura e de patrim\u00f4nios locais. (www.jongodaserrinha.org.br) <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 18 novembro \u2013 Sexta-feira (19h)<\/p>\n<p>O Jongo da Serrinha \u2013 Um Tributo a Mestre Darcy \u2013 2005<br \/>\nQuem Quiser Saber Meu Nome, Mestre Darcy \u2013 2002<\/p>\n<p>Caxamb\u00fa de S\u00e1 Maria \u2013 2001<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 18 novembro \u2013  Sexta-feira (16h30)<\/p>\n<p>O Jongo da Serrinha \u2013 Um Tributo a Mestre Darcy \u2013 2005 <\/p>\n<p>KABUM \u2013 Fundada no ano 2000,  a ONG Spectaculu vem se projetando, no cen\u00e1rio da Educa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da arte, como escola viva, experimental, de acesso ao mundo do trabalho. Em 2003 a Spectaculu ampliou suas a\u00e7\u00f5es. Criou, em parceria com o Instituto Telemar, o N\u00facleo Kabum, curso de um ano, e meio, para 60 jovens de comunidades de baixo IDH. A Kabum  se baseia em duas vertentes principais: Cursos de Artes e Tecnologia:  Design; Computa\u00e7\u00e3o Gr\u00e1fica; V\u00eddeo e Foto. Forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica, est\u00e9tica, pol\u00edtica, art\u00edstica, cultural e de cidadania.<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 15  novembro \u2013  Ter\u00e7a-feira (16h30)<\/p>\n<p>Eu Brasil \u2013 2005<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 17 novembro Quinta-feira  \u2013  (19h)<\/p>\n<p>Primeira Sinfonia \u2013 2005 <\/p>\n<p>Coisas que Aprendi \u2013 2005 <\/p>\n<p>Tic Nervoso<br \/>\n\u00datero \u2013 2005 <\/p>\n<p>Favela \u00e9 &#8230;2 \u2013 2005 <\/p>\n<p>Eu Brasil \u2013 2005 <\/p>\n<p>Brincando de Meli\u00e9s \u2013 2004<\/p>\n<p>Morte \u2013 2004<\/p>\n<p>Confuso \u00e9 Sentir o Fim de Uma Paix\u00e3o \u2013 2004<\/p>\n<p>Favela \u00e9 &#8230; \u2013 2004<\/p>\n<p>Folia de Reis \u2013 2004<\/p>\n<p>Jornal Kabum &#8211; 2004<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 17  novembro \u2013 Quinta-feira (16h30)<\/p>\n<p>Chacina \u2013 2005 <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 18  novembro \u2013 Sexta-feira (16h30)<\/p>\n<p>Folia de Reis \u2013 2004 <\/p>\n<p>N\u00f3s do Cinema &#8211; O N\u00f3s do Cinema \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental que h\u00e1 tr\u00eas anos promove a inclus\u00e3o social dos jovens de comunidades de baixa renda atrav\u00e9s do cinema e tecnologia. (www.nosdocinema.org.br)<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 15  novembro \u2013  Ter\u00e7a-feira (16h30)<\/p>\n<p>Nas Cal\u00e7adas do Rio \u2013 2004<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 16 novembro \u2013 Quarta-feira (19h)<\/p>\n<p>Sonho de Crian\u00e7a \u2013 2005 <\/p>\n<p>Um Crime Quase Perfeito \u2013 2005 <\/p>\n<p>Vou Ter Um filho \u2013 2005 <\/p>\n<p>Vida Nova Com Favela \u2013 2005 <\/p>\n<p>Profeta Gentileza \u2013 2004 <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 16 novembro \u2013 Quarta-feira (21h)<\/p>\n<p>Jo\u00e3o C\u00e2ndido e a Revolta das Chibatas \u2013 2004 <\/p>\n<p>Nas Cal\u00e7adas do Rio \u2013 2004<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 18  novembro \u2013  Sexta-feira (16h30)<\/p>\n<p>Profeta Gentileza \u2013 2004 <\/p>\n<p>Jo\u00e3o C\u00e2ndido e a Revolta das Chibatas \u2013 2004 <\/p>\n<p>N\u00f3s na Fita &#8211; O grupo formou-se em 1999 a partir de uma oficina de v\u00eddeo ministrada pela Bem TV na comunidade do Prevent\u00f3rio.  Composto por 12 jovens de 13 a 20 anos o grupo atua como TV de Rua e em projetos da Rede Jovem de Comunica\u00e7\u00e3o do Prevent\u00f3rio. Usa o v\u00eddeo para discutir temas como protagonismo juvenil, cidadania e assuntos relevantes para a comunidade como o lixo e as elei\u00e7\u00f5es. (http:\/\/www.bemtv.org.br\/gruponosnafita.htm)<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 17 novembro \u2013 Quinta-feira (21h)<br \/>\nSou + Prev\u00ea \u2013 2004<br \/>\nRede Jovem de Comunica\u00e7\u00e3o \u2013 2004<\/p>\n<p>Jovens Escolhas \u2013 2004<\/p>\n<p>Mem\u00f3rias do Prevent\u00f3rio \u2013 2003<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 20 novembro \u2013  Domingo(16h30)<br \/>\nJovens Escolhas &#8211; 2004<\/p>\n<p>Oficinas Kinoforum &#8211; A Associa\u00e7\u00e3o Cultural Kinoforum, associa\u00e7\u00e3o cultural sem fins lucrativos, foi fundada em mar\u00e7o de 1995 e investe em atividades voltadas ao desenvolvimento da linguagem e da produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica e audiovisual, com destaque para a promo\u00e7\u00e3o do audiovisual brasileiro e seu interc\u00e2mbio com a cena internacional. Entre seus projetos destacam-se o Festival Internacional de Curtas-Metragens de S\u00e3o Paulo, as Oficinas Kinoforum de Produ\u00e7\u00e3o e Realiza\u00e7\u00e3o Audiovisual, o Guia Brasileiro de Festivais de Cinema e V\u00eddeo, o interc\u00e2mbio com associa\u00e7\u00f5es e eventos nacionais e internacionais e a divulga\u00e7\u00e3o, em n\u00edvel nacional e internacional, da produ\u00e7\u00e3o audiovisual brasileira e latino-americana. A Kinoforum tamb\u00e9m esteve envolvida na realiza\u00e7\u00e3o do \u00c9 Tudo Verdade &#8211; Festival Internacional de Document\u00e1rios at\u00e9 2002. (www.kinoforum.org) <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 15 novembro \u2013 Ter\u00e7a-feira (16h30)<\/p>\n<p>Filhos do Trem \u2013 2005 <\/p>\n<p>Lado B da Periferia \u2013 2005 <\/p>\n<p>D\u00f3i, Mas Passa \u2013 2005 <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 19 novembro \u2013 S\u00e1bado (16h30)<br \/>\nAlheio &#8211; 2004<\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo  \u2013 Dia 20 novembro \u2013 Domingo (16h30)<\/p>\n<p>Jongo do Amanh\u00e3 &#8211; 2004<\/p>\n<p>Transformarte &#8211; Ao longo dos anos tem se estabelecido no trabalho de forma\u00e7\u00e3o de multiplicadores de informa\u00e7\u00e3o em DST\/AIDS a partir da promo\u00e7\u00e3o de atividades relacionadas ao teatro, dan\u00e7a, v\u00eddeo e radiodifus\u00e3o comunit\u00e1ria, priorizando como publico alvo adolescente de baixa renda e suas necessidades s\u00f3cio-culturais. (www.transformarte.org.br) <\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 17 novembro \u2013 Quinta-feira (21h)<\/p>\n<p>Usar Camisinha Ainda \u00e9 Chupar Bala Com Papel? \u2013 2003<br \/>\nO Corpo e a Express\u00e3o Cultural \u2013 2003<\/p>\n<p>Tv Morrinho &#8211; S\u00e3o meninos que moram no morro e que, h\u00e1 6 anos, reproduzem a realidade de onde vivem em maquetes e miniaturas, e gravam tudo. A brincadeira rendeu frutos e a TV Morrinho, hoje em dia, \u00e9 uma produtora e j\u00e1 realizou diversos trabalhos.<\/p>\n<p>Sala de Cinema \u2013 Dia 20 novembro \u2013 Domingo (19h)<\/p>\n<p>Clip de Adriana Calcanhoto \u2013 2005 <\/p>\n<p>Destino Ins\u00f3lido de Alex \u2013 2001<\/p>\n<p>L\u00e1grimas e Revolta \u2013 2002<\/p>\n<p>Programa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Dia 15 de Novembro \u2013 Ter\u00e7a-feira<br \/>\nV\u00cdDEO \u2013 16h30<\/p>\n<p>CINECLUBE MATE COM ANG\u00da <\/p>\n<p>CAN\u00c7\u00c3O DOS OPRIMIDOS \u2013 2004  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  7\u201900\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Passional, engajado e po\u00e9tico, apresenta-se como um n\u00f3, coeso por figuras de linguagem, que provocam inquieta\u00e7\u00f5es e uma surpreendente concep\u00e7\u00e3o sonora.<\/p>\n<p>Ganhador do Pr\u00eamio de Melhor Concep\u00e7\u00e3o Sonora \u2013<br \/>\nFestival Internacional de Cinema de Arquivo \/ RECINE 2004.<\/p>\n<p>KABUM<br \/>\nEU BRASIL &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O filme usa o sil\u00eancio para expressas a revolta e a indigna\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m homenageia os que viveram e lutaram contra a Ditadura.<\/p>\n<p>N\u00d3S DO CINEMA<br \/>\nCAL\u00c7ADAS DO RIO \u2013 2004  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  20\u201900\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Buscando conhecer o cotidiano dos camel\u00f4s, o document\u00e1rio acaba discutindo a rela\u00e7\u00e3o do Estado com a popula\u00e7\u00e3o que sobrevive do seu trabalho informal nas ruas do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>CECIP<br \/>\nRESIST\u00caNCIA URBANA \u2013 2004  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  15\u201900\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Gravado em Ramos, um bairro a 18 Km do centro do Rio de Janeiro. Mostra  os moradores de um galp\u00e3o antes abandonado, que abriga, desde 1998, uma m\u00e9dia de 1.200 pessoas. Esta ocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida como Chaparral, mas foi batizada, pelos moradores, de Parque Tamba\u00fa Vila Vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>CEASM<br \/>\nA FOME \u2013 2002  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  3\u201956\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mostra alguns dados sobre a fome no mundo e no Brasil, e retrata que algumas pessoas est\u00e3o alienadas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o da mesma.<\/p>\n<p>OFICINAS KINOFORUM<\/p>\n<p>FILHOS DO TREM \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d (Belenzinho \/ S\u00e3o Paulo \u2013 SP)<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Crian\u00e7as vendem mercadorias nos trens de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>LADO B DA PERIFERIA \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d ( Jd. \u00c2ngela \/ S\u00e3o Paulo \u2013 SP)<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 A periferia vista por quem vive nela.<\/p>\n<p>D\u00d3I, MAS PASSA \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d (Jaguar\u00e9 \/ S\u00e3o Paulo \u2013 SP)<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O Bar dos Cornos, reduto de todos.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 19h<\/p>\n<p>N\u00d3S DO MORRO<\/p>\n<p>QUATRO x N\u00d3S DO MORRO \u2013 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  75\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Cav\u00ed Borges e Gustavo Melo<br \/>\nDocument\u00e1rio &#8211; A hist\u00f3ria do N\u00f3s do Morro e do seu N\u00facleo de cinema, contada atrav\u00e9s da exibi\u00e7\u00e3o dos trabalhos do grupo em quatro lugares cineclubistas do Rio. <\/p>\n<p>NEGUINHO E KIKA \u2013 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o : 17\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Luciano Vidigal<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; NEGUINHO tem 13 anos, KIKA 14 anos. Dois personagens que est\u00e3o descobrindo o primeiro amor, vivendo uma hist\u00f3ria de esperan\u00e7a em uma favela do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 21h<\/p>\n<p>N\u00d3S DO MORRO<\/p>\n<p>TZARA \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Marcia Francisco e Gorette Bezerra<\/p>\n<p>Clip \u2013  M\u00fasica \u201cS\u00f3 Mais Uma Vez\u201d, conta a hist\u00f3ria de um rapaz que tenta reconquistar o amor de sua ex-namorada. <\/p>\n<p>MINA DE F\u00c9 \u2013 2002 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 15\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Luciana Bezerra<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; Silvana \u00e9 a primeira dama do morro e mulher de Maninho, dono do tr\u00e1fico local e figura carism\u00e1tica, vive um conflito permanente: O medo de que Maninho seja morto a qualquer instante. O conflito ganha mais for\u00e7a quando Silvana descobre que est\u00e1 gr\u00e1vida, o que quebra o acordo de nunca terem filhos.<\/p>\n<p>TANGERINA DO VIDIGAL \u2013 2002 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Turma de Cinema de 2002<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 A Tangerina do Vidigal mostra de forma bem po\u00e9tica um pouco do cotidiano de uma crian\u00e7a da favela.<\/p>\n<p>O JEITO BRASILEIRO DE SER PORTUGU\u00caS \u2013 2001  Dura\u00e7\u00e3o: 18\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Gustavo Melo<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Uma hist\u00f3ria ver\u00eddica, a de uma fam\u00edlia de descendentes de portugueses, dona de um botequim em Br\u00e1s de Pina, que descobriu a \u201cgalinha dos ovos de ouro\u201d, quando alugou um ponto de TV a cabo, passou  a transmitir os jogos do Campeonato Brasileiro, que naquele ano n\u00e3o passaram na TV aberta.<\/p>\n<p>H\u00c9RCULES \u2013 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 12\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Luciana Bezerra, Gabriela Maciel e Pedro Rossi.<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 A vida de Robson, um catador de ferro velho do morro do Vidigal. Conhecido e admirado por sua for\u00e7a e sua resigna\u00e7\u00e3o com que exerce sua profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>ARY \u00c9 SHOW \u2013 2002 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 12\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Renan Monteiro<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Uma equipe de cinema encontra-se com o humorista Ary Toledo durante sua turn\u00ea no Rio de Janeiro, em 2002 e registra sua personalidade e suas mem\u00f3rias.<\/p>\n<p>Dia 16 de Novembro \u2013 Quarta-feira<\/p>\n<p>V\u00cdDEO 16h30<\/p>\n<p>CECIP<br \/>\nMIGRA\u00c7\u00c3O NORDESTINA \u2013 2004  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  9\u201940\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Retrata a realidade dos habitantes dos estados do nordeste que v\u00eam para os grandes centros urbanos no sudeste, em busca da melhoria de qualidade de vida, se deparando com a falta de oportunidades para reconstruir suas vidas e vivem \u201cexclu\u00eddos\u201d social e culturalmente.<\/p>\n<p>POR UMA VIDA MELHOR \u2013 2005  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  28\u201900\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Depoimentos de fam\u00edlias nos estados da Para\u00edba, Maranh\u00e3o, Piau\u00ed  e Rio de janeiro, revela que quando se fala em fome n\u00e3o basta quantificar o total de calorias ingeridas ou o peso de adultos e crian\u00e7a, mas \u00e9 preciso falar de cidadania no sentido amplo da palavra.<\/p>\n<p>ASSOCIA\u00c7\u00c3O IMAGEM COMUNIT\u00c1RIA \u2013 AIC (MG)<br \/>\nO JULGAMENTO DA TELEVIS\u00c3O 2 \u2013 2005  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  25\u201915\u2019\u2019<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O programa da seq\u00fc\u00eancia ao Julgamento da TV, que teve in\u00edcio no programa anterior. Ao longo do programa, pessoas nas ruas respondem perguntas como: \u201cvoc\u00ea gosta de ver TV?\u201d, \u201cvoc\u00ea \u00e9 manipulado pela a TV ?\u201d&#8230;<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 19h<\/p>\n<p>N\u00d3S DO CINEMA<\/p>\n<p>SONHO DE CRIAN\u00c7A \u2013 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o:  6\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva <\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o (v\u00eddeo clip) \u2013 Numa noite, uma crian\u00e7a adormece e sonha e sua vida \u00e9 invadida por palha\u00e7os, m\u00e1gicos e uma linda bailarina. Mas at\u00e9 nos sonhos o encanto pode ser quebrado.<\/p>\n<p>UM CRIME QUASE PERFEITO \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Lu\u00eds Nascimento e Leandro Firmino<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 A hist\u00f3ria de uma fam\u00edlia de classe m\u00e9dia, desestruturada nas suas rela\u00e7\u00f5es. O filme aborda quest\u00f5es como neglig\u00eancia m\u00e9dica e fam\u00edlia, mostrando como diferentes formas de viol\u00eancia muitas vezes s\u00e3o cometidas por pessoa socialmente bem estabelecidas.<\/p>\n<p>VOU TER UM FILHO \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 12\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva <\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O tema gravidez na adolesc\u00eancia \u00e9 relatado por algumas pessoas e suas fam\u00edlias. Mostrando como essas pessoas enfrentam uma chegada inesperada.<\/p>\n<p>VIDA NOVA COM FAVELA \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 15\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Lu\u00eds Carlos Nascimento<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Um recorte de diferentes vis\u00f5es e personalidades da favela. Conta um pouco da hist\u00f3ria e do papel do negro na forma\u00e7\u00e3o dessas comunidades e da realidade de quem vive nelas, da Aboli\u00e7\u00e3o aos dias de hoje.<\/p>\n<p>PROFETA GENTILEZA \u2013 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Um pouco da hist\u00f3ria de Jos\u00e9 Datrino, conhecido tamb\u00e9m como \u201cProfeta Gentileza\u201d. Pessoas que conviveram com o Gentileza e outras que simplesmente o admiravam, falam  sobre a miss\u00e3o do profeta.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 21h<\/p>\n<p>N\u00d3S DO CINEMA<\/p>\n<p>JO\u00c3O C\u00c2NDIDO E A REVOLTA DAS CHIBATAS \u2013 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Jo\u00e3o C\u00e2ndido foi l\u00edder da Revolta das Chibatas em 1910. Nesse epis\u00f3dio muitos marinheiros morreram lutando contra as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de tratamento que lhes eram impostas pela Marinha de Guerra Brasileira.<\/p>\n<p>NAS CAL\u00c7ADAS DO RIO \u2013 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Buscando conhecer o cotidiano dos camel\u00f4s, o document\u00e1rio acaba discutindo a rela\u00e7\u00e3o do Estado com a popula\u00e7\u00e3o que sobrevive do seu trabalho informal nas ruas do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>CEASM<\/p>\n<p>JOGA A REDE NO PASSADO &#8211; 1991 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:52\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O filme mostra a dificuldade dos pescadores que trabalham na Ba\u00eda de Guanabara.<\/p>\n<p>A MAR\u00c9 COMO ANTIGAMENTE &#8211; 2003 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O filme mostra imagens fotogr\u00e1ficas do Bairro Mar\u00e9 no Rio de Janeiro \u2013 entre 1900 a 1980. <\/p>\n<p>A FOME &#8211; 2002 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:56\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio\/fic\u00e7\u00e3o &#8211; O filme mostra alguns dados sobre a fome no mundo e no Brasil, retratando que algumas pessoas est\u00e3o alienadas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o da mesma.<\/p>\n<p>M\u00c3E SEBASTIANA  &#8211; 2002 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 2\u2019:30\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Um casal est\u00e1 tendo uma discuss\u00e3o no meio da rua, quando de repente, a menina decide terminar, nessa hora o menino tem uma id\u00e9ia que julga fant\u00e1stica.<\/p>\n<p>O ABATE \u2013 2001 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Bando de homens suspeitos, fazem o julgamento de um dos integrantes.<\/p>\n<p>O MUNDO ANDA MUITO COMPLICADO &#8211; 2002 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:55\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o: Duas meninas decidem disputar com brincadeiras de crian\u00e7a, a aten\u00e7\u00e3o de um menino que passa pela rua.<\/p>\n<p>V\u00cdDEO LEITURA &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O filme retrata a import\u00e2ncia da leitura no desenvolvimento da crian\u00e7a e do adolescente.<\/p>\n<p>Dia 17 de Novembro \u2013 Quinta-feira<\/p>\n<p>V\u00cdDEO \u201316h30<\/p>\n<p>ASSOCIA\u00c7\u00c3O IMAGEM COMUNIT\u00c1RIA \u2013 AIC (MG)<br \/>\nPRETO OU NEGRO? DISCUSS\u00c3O SOBRE O RACISMO NO BRASIL \u2013 2 &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 26\u2019:13\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Os correspondentes da Rede Jovem de Cidadania v\u00e3o \u00e0 Casa de Deten\u00e7\u00e3o Dutra Ladeira e entrevistam o rappar Beat Street*, que d\u00e1 suas opini\u00f5es sobre a quest\u00e3o do racismo. *Beat Street (Ildemar Lu\u00eds dos Santos)havia enviado uma carta a uma das correspondentes da Rede Jovem de Cidadania, de quem foi vizinho antes de ser preso.<\/p>\n<p>8\u00aa PARADA DO ORGULHO GLBT DE BELO HORIZONTE &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 24\u2019:24\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 \u201cUnindo sentimentos, quebrando preconceitos \u2013 parceria civil j\u00e1!\u201d. Este foi o tema que a 8\u00aa parada GLBT de Belo Horizonte no dia 13 de agosto de 2005.<\/p>\n<p>KABUM<br \/>\nCHACINA &#8211; 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 2\u2019:30\u201d<\/p>\n<p>Anima\u00e7\u00e3o \u2013 Feita pelos alunos da oficina de computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica , que mostra revolta e indigna\u00e7\u00e3o com a chacina da Baixada Fluminense. <\/p>\n<p>CINEMA 19:00h<\/p>\n<p>KABUM<br \/>\nPRIMEIRA SINFONIA &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; V\u00eddeo Arte que expressa com o corpo objetos.<\/p>\n<p>COISAS QUE APRENDI &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:13\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Amigos se encontram numa noite para falar sobre a vida.<\/p>\n<p>TIC NERVOSO &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Experimental \u2013 V\u00eddeo experimental que mostra os Tics nervosos dos alunos.<\/p>\n<p>\u00daTERO &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:15\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Experimental \u2013 V\u00eddeo experimental que expressa o nascimento, o cotidiano e o sofrimento de um ser.<\/p>\n<p>FAVELA \u00c9 &#8230; 2 &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 4\u2019:22\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 V\u00eddeo cabine onde alunos da Kabum! Escola de Arte Tecnologia, puderam dizer o que pensam sobre a favela.<\/p>\n<p>EU BRASIL &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 O filme usa o sil\u00eancio para expressas a revolta e a indigna\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m homenageia os que viveram e lutaram contra a Ditadura.<\/p>\n<p>BRICANDO DE MELI\u00c9S &#8211; 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Um v\u00eddeo baseado na forma de fazer cinema do diretor George Meli\u00e9s.<\/p>\n<p>MORTE &#8211; 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:10\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 V\u00eddeo inspirado no estilo do diretor Ingmar Bergman, onde a morte tem papel fundamental.<\/p>\n<p>CONFUSO \u00c9 SENTIR O FIM DE UMA PAIX\u00c3O &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 V\u00eddeo baseado no trecho do filme \u201cPequeno Dicion\u00e1rio Amoroso\u201d, com est\u00e9tica no Cinema Novo.<\/p>\n<p>FAVELA \u00c9 &#8230; &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:30\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio &#8211; V\u00eddeo cabine onde alunos da Kabum! Escola de Arte Tecnologia, puderam dizer o que pensam sobre a favela.<\/p>\n<p>FOLIA DE REIS &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:55\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Festa de Folia de Reis que acontece todos os anos no morro Santa Marta, favela da Zona Sul do Rio de janeiro.<\/p>\n<p>JORNAL KABUM &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 13\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Um v\u00eddeo onde jovens realizam um jornal em que a pauta \u00e9 o audiovisual nas escolas. <\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 21h<\/p>\n<p>N\u00d3S NA FITA<\/p>\n<p>SOU + PREV\u00ca &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Uma oficina de v\u00eddeo junto a outros jovens da comunidade do Prevent\u00f3rio. O grupo (3), falou do orgulho de morar no Prevent\u00f3rio a partir da colet\u00e2nea de depoimento dos pr\u00f3prios moradores. <\/p>\n<p>REDE JOVEM DE COMUNICA\u00c7\u00c3O &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Uma oficina de v\u00eddeo junto a outros jovens da comunidade do Prevent\u00f3rio. O grupo (2), falou de como funciona a REDE DE COMUNICA\u00c7\u00c3O que est\u00e1 sendo implementada na comunidade. <\/p>\n<p>JOVENS ESCOLHAS &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 13\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Daniela Ara\u00fajo<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Discute ao t\u00e3o falado protagonismo juvenil tendo como ponto de partida o dia a dia de dois jovens moradores da comunidade do Prevent\u00f3rio.<\/p>\n<p>MEM\u00d3RIAS DO PREVENT\u00d3RIO &#8211; 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 15\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Luciano Simpl\u00edcio <\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mistura anima\u00e7\u00f5es e depoimentos de moradores antigos para contar as hist\u00f3rias do surgimento da comunidade do Prevent\u00f3rio, a origem de seu nome e at\u00e9 seus fantasmas&#8230;segundo os moradores.<\/p>\n<p>TRANSFORMARTE<br \/>\nUSAR CAMISINHA AINDA \u00c9 CHUPAR BALA COM PAPEL ? &#8211; 2003 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d &#8211; Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Uma abordagem sobre o uso do preservativo, mostrando que ele \u00e9 necess\u00e1rio e n\u00e3o significa a perda do prazer sexual.<\/p>\n<p>O CORPO E A EXPRESS\u00c3O CULTURAL &#8211; 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Coletiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Apresenta\u00e7\u00e3o de grupos e indiv\u00edduos que se utilizam da m\u00fasica e dan\u00e7a como forma de express\u00e3o.<\/p>\n<p>Dia 18 de Novembro \u2013 Sexta-feira<\/p>\n<p>V\u00cdDEO \u2013 16h30<\/p>\n<p>N\u00d3S DO CINEMA<\/p>\n<p>PROFETA GENTILEZA \u2013 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Um pouco da hist\u00f3ria de Jos\u00e9 Datrino, conhecido tamb\u00e9m como \u201cProfeta Gentileza\u201d. Pessoas que conviveram com o Gentileza e outras que simplesmente o admiravam, falam  sobre a miss\u00e3o do profeta.<\/p>\n<p>KABUM<\/p>\n<p>FOLIA DE REIS &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:55\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Festa de Folia de Reis que acontece todos os anos no morro Santa Marta, favela da Zona Sul do Rio de janeiro.<\/p>\n<p>N\u00d3S DO CINEMA<br \/>\nJO\u00c3O C\u00c2NDIDO E A REVOLTA DAS CHIBATAS \u2013 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Jo\u00e3o C\u00e2ndido foi l\u00edder da Revolta das Chibatas em 1910. Nesse epis\u00f3dio muitos marinheiros morreram lutando contra as m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de tratamento que lhes eram impostas pela Marinha de Guerra Brasileira.<\/p>\n<p>O JONGO DA SERRINHA<br \/>\nO JONGO NA SERRINHA \u2013 UM TRIBUTO A MESTRE DARCY &#8211; 2005 \u2013 <\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 26\u2019:00\u201d Dire\u00e7\u00e3o: Beatriz Paiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio &#8211; Uma homenagem a esta cultura em extin\u00e7\u00e3o, fen\u00f4meno de alegria, batuque e tradi\u00e7\u00e3o, o Jongo da Serrinha h\u00e1 mais de 40 anos trabalha na promo\u00e7\u00e3o do JONGO, uma das maiores rel\u00edquias da cultura afro brasileira.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 19h<\/p>\n<p>JONGO NA SERRINHA<\/p>\n<p>O JONGO NA SERRINHA \u2013 UM TRIBUTO A MESTRE DARCY &#8211; 2005 \u2013 <\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o: 26\u2019:00\u201d Dire\u00e7\u00e3o: Beatriz Paiva<\/p>\n<p>Document\u00e1rio &#8211; Uma homenagem a esta cultura em extin\u00e7\u00e3o, fen\u00f4meno de alegria, batuque e tradi\u00e7\u00e3o, o Jongo da Serrinha h\u00e1 mais de 40 anos trabalha na promo\u00e7\u00e3o do JONGO, uma das maiores rel\u00edquias da cultura afro brasileira.<\/p>\n<p>QUEM QUISER SABER MEU NOME, MESTRE DARCY &#8211; 2002 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Guilherme Fern\u00e1ndez<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Relato intimista do falecido mestre de Jongo do morro da Serrinha, Darcy Monteiro, aos 69 anos. Na intimidade de sua casa, uma conversa franca sobre resist\u00eancia cultural e preserva\u00e7\u00e3o do ritmo afro-brasileiro do Jongo.<\/p>\n<p>CAXAMB\u00da DE S\u00c1 MARIA &#8211; 2001 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 64\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Guilherme Fern\u00e1ndez<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mem\u00f3rias de antigos moradores do morro da Serrinha (RJ), herdeiros dos valores das tradi\u00e7\u00f5es orais dos escravos bantus,  surgem ricos relatos de hist\u00f3rias de vida de antigos mestres imersos na dan\u00e7as , no canto e no imagin\u00e1rio da cultura do Jongo.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 21h<\/p>\n<p>ASSOCIA\u00c7\u00c3O IMAGEM COMUNIT\u00c1RIA \u2013 AIC &#8211; MG<\/p>\n<p>QUANDO EU ERA JOVEM &#8211; 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 15\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Pessoas mais velhas relembram sua juventude. A beleza e o l\u00fadico no contraste de gera\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>PRETO OU NEGRO? DISCUSS\u00c3O SOBRE O RACISMO NO BRASIL \u2013 2 &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 26\u2019:13\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Os correspondentes da Rede Jovem de Cidadania v\u00e3o \u00e0 Casa de Deten\u00e7\u00e3o Dutra Ladeira e entrevistam o rappar Beat Street*, que d\u00e1 suas opini\u00f5es sobre a quest\u00e3o do racismo. *Beat Street (Ildemar Lu\u00eds dos Santos)havia enviado uma carta a uma das correspondentes da Rede Jovem de Cidadania, de quem foi vizinho antes de ser preso.<\/p>\n<p>8\u00aa PARADA DO ORGULHO GLBT DE BELO HORIZONTE &#8211; 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 24\u2019:24\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013\u201c Unindo sentimentos, quebrando preconceitos \u2013 parceria civil j\u00e1!\u201d. Este foi o tema que a 8\u00aa parada GLBT de Belo Horizonte no dia 13 de agosto de 2005.<\/p>\n<p>Dia 19 de Novembro \u2013 S\u00e1bado<\/p>\n<p>V\u00cdDEO \u2013 16h30<\/p>\n<p>OFICINAS KINOFORUM<\/p>\n<p>ALHEIO\u2013 (Jardim S\u00e3o Lu\u00eds \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 SP) &#8211; 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; Um catador de papel\u00e3o fantasia o dia-a-dia dos moradores a partir do lixo que eles produzem.<\/p>\n<p>N\u00d3S DO MORRO<\/p>\n<p>NEGUINHO E KIKA \u2013 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 17\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; NEGUINHO tem 13 anos, KIKA 14 anos. Dois personagens que est\u00e3o descobrindo o primeiro amor, vivendo uma hist\u00f3ria de esperan\u00e7a em uma favela do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>O JEITO BRASILEIRO DE SER PORTUGU\u00caS \u2013 2001  Dura\u00e7\u00e3o: 18\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Uma hist\u00f3ria ver\u00eddica, a de uma fam\u00edlia de descendentes de portugueses, dona de um botequim em Br\u00e1s de Pina, que descobriu a \u201cgalinha dos ovos de ouro\u201d, quando alugou um ponto de TV a cabo, passou  a transmitir os jogos do Campeonato Brasileiro, que naquele ano n\u00e3o passaram na TV aberta.<\/p>\n<p>CEASM<\/p>\n<p>UM CRIME QUASE PERFEITO \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 A hist\u00f3ria de uma fam\u00edlia de classe m\u00e9dia, desestruturada nas suas rela\u00e7\u00f5es. O filme aborda quest\u00f5es como neglig\u00eancia m\u00e9dica e fam\u00edlia, mostrando como diferentes formas de viol\u00eancia muitas vezes s\u00e3o cometidas por pessoa socialmente bem estabelecidas.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 19h<\/p>\n<p>CAV\u00cdDEO<\/p>\n<p>RAP DO ZINHO &#8211; 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Maurice Henderson (N\u00facleo de cinema Cidade das Crian\u00e7as)<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Menino reprimido pela m\u00e3e usa o rap para externar seus problemas.<\/p>\n<p>SOUL ROCINHA HIP HOP  &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Cav\u00ed Borges e Mila Derzeet<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Sobre o GBCR , Grupo de Break Consciente da Rocinha .<\/p>\n<p>RAIO X  &#8211; 2005  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Cav\u00ed Borges, Mila Derzeet e Leo Jesus<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Sobre o processo de cria\u00e7\u00e3o da core\u00f3grafa Ta\u00eds Vieira, integrante do grupo Membros que mistura Hip Hop com dan\u00e7a contempor\u00e2nea. <\/p>\n<p>PROGRAMA DE CRIAN\u00c7A &#8211; 2005  &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 10\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Cav\u00ed Borges, Mila Derzeet e Leo Jesus<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Sobre programa social em Maca\u00e9 que leva crian\u00e7as da periferia para aprender Hip Hop.<\/p>\n<p>BRASIL COM P &#8211; 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 8\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o: Cav\u00ed Borges, Mila Derzeet e Leo Jesus<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Companhia Membros de Dan\u00e7a troca experi\u00eancias com integrantes de acampamento de Sem Terra em Maca\u00e9.<\/p>\n<p>CUFA<br \/>\nDITA &#8211; 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:50\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Homem conta hist\u00f3ria da perda de grande amor, que come\u00e7a num bairro pobre do sub\u00farbio carioca. Na falta de dinheiro, sua namorada se deixa levar por convites e hist\u00f3rias de suas amigas sobre o fasc\u00ednio da zona sul, que acaba em envolvimento com prostitui\u00e7\u00e3o, drogas e viol\u00eancia.<\/p>\n<p>BUM NA DIRE\u00c7\u00c3O &#8211; 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:50\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Grupo de revolucion\u00e1rios se unem para combater a repress\u00e3o, atrav\u00e9s de estudos com base em livros socialistas. E mostram o dia a dia de uma comunidade carente com imagens de brincadeiras, esportes e uma leve pitada de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>TR\u00caS DA MADRUGADA &#8211; 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 4\u2019:20\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o \u2013 Homem com ins\u00f4nia sai de casa mana madrugada, pega seu carro e vai <\/p>\n<p>Em dire\u00e7\u00e3o a um baile funk, mas \u00e9 avisado por uma amiga que o local onde esta indo foi invadido pela pol\u00edcia, e que em outro baile tem uma mulher a sua espera. No caminho, cruza com elementos noturnos: Comboio do tr\u00e1fico, \u201cblitz\u201d policial, quando chega, j\u00e1  \u00e9  de manh\u00e3 e o baile j\u00e1 acabou&#8230;<\/p>\n<p>DEPRESS\u00c3O \u2013 2003 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:02\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mulher relata seus problemas do cotidiano, comuns a cidad\u00e3os de grandes metr\u00f3poles.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 21h<\/p>\n<p>CECIP<br \/>\nFUNK RIO \u20131994 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 46\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio &#8211; Apresenta, atrav\u00e9s de quatro jovens que moram no sub\u00farbio do Rio de Janeiro, o universo do funk carioca, suas liga\u00e7\u00f5es com a marginalidade, a m\u00fasica e a dan\u00e7a desta tribo que est\u00e1 criando no isolamento um novo c\u00f3digo est\u00e9tico e cultural. Alguns observadores do movimento funk acreditam que ele seja equivalente \u2014 em crescimento num\u00e9rico, repress\u00e3o policial e localiza\u00e7\u00e3o \u2014 ao maior fen\u00f4meno cultural carioca, hoje internacionalmente conhecido: o carnaval.<\/p>\n<p>AFRO REGGAE<br \/>\nCLIPS:<\/p>\n<p>CAPA DE REVISTA &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 4\u2019:30\u201d<\/p>\n<p>CONFLITOS URBANOS &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 4\u2019:37\u201d<\/p>\n<p>ME ESPERE &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 6\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>TO BOLADO &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:15\u201d<\/p>\n<p>HAITI &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:43\u201d<\/p>\n<p>A MOSCA &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 5\u2019:35\u201d<\/p>\n<p>CINECLUBE MATE COM ANG\u00da<br \/>\nRAP DE SAIA \u2013  2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 17\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mostra o universo das mulheres do movimento Hip Hop no Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Dia 20 de Novembro \u2013 Domingo<\/p>\n<p>V\u00cdDEO \u2013 16h30<\/p>\n<p>CIA \u00c9TNICA DE DAN\u00c7A<br \/>\nA DAN\u00c7A PRA MIM \u2013 2003 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 8\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mostra uma boa dose de lirismo, imagens do morro do Andara\u00ed e seus habitantes, performances da Cia. \u00c9tnica de Dan\u00e7a em espa\u00e7os p\u00fablicos. <\/p>\n<p>N\u00d3S DO MORRO<\/p>\n<p>TZARA \u2013 2005 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Clip \u2013  M\u00fasica \u201cS\u00f3 Mais Uma Vez\u201d &#8211; Conta a hist\u00f3ria de um rapaz que tenta reconquistar o amor de ex namorada.<\/p>\n<p>N\u00d3S NA FITA<br \/>\nJOVENS ESCOLHAS &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 13\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Discute ao t\u00e3o falado protagonismo juvenil tendo como ponto de partida o dia a dia de dois jovens moradores da comunidade do Prevent\u00f3rio.<\/p>\n<p>CAV\u00cdDEO<br \/>\nSOUL ROCINHA HIP HOP  &#8211; 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 20\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Sobre o GBCR , Grupo de Break Consciente da Rocinha .<\/p>\n<p>BRASIL COM Z &#8211; 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 8\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Companhia Membros de Dan\u00e7a troca experi\u00eancias com integrantes de acampamento de Sem Terra em Maca\u00e9.<\/p>\n<p>CEASM<\/p>\n<p>O MUNDO ANDA MUITO COMPLICADO \u2013 2002 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 3\u2019:55\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o: Duas meninas decidem disputar com brincadeiras de crian\u00e7a, a aten\u00e7\u00e3o de um menino que passa pela rua.<\/p>\n<p>OFICINAS KINOFORUM<\/p>\n<p>JONGO DO AMANH\u00c3 \u2013 2004 \u2013 Dura\u00e7\u00e3o:6\u2019:27&quot; ( Guaratinguet\u00e1 \/ S\u00e3o Paulo )<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 A dan\u00e7a do Jongo do ponto de vista das crian\u00e7as, que participam da festa desde a prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 19h<\/p>\n<p>CASA DAS ARTES DA MANGUEIRA<br \/>\nMANGUEIRA SE ANIMA, DAN\u00c7A ANIMADA, HIST\u00d3RIAS DE TR\u00caS, ANIMA\u00c7\u00c3O EM MASSINHA \u2013 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 25\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Anima\u00e7\u00e3o \u2013 A anima\u00e7\u00e3o chegou na Casa das Artes da Mangueira para trabalhar de forma integrada as oficinas que j\u00e1 aconteciam no local. O primeiro contato dos alunos com as t\u00e9cnicas de anima\u00e7\u00e3o se deu por experi\u00eancias livres reunidas nos filmes.<\/p>\n<p>TV MORRINHO<br \/>\nCLIP DE ADRIANA CALCANHOTO \u2013 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 4\u2019:05\u201d<\/p>\n<p>Clip \u2013 Adriana Calcanhoto, usando como base \u00e0 m\u00fasica \u201cFico Assim Sem Voc\u00ea\u201d, o morrinho faz uma adapta\u00e7\u00e3o de Romeu e Julieta.<\/p>\n<p>DESTINO INS\u00d3LIDO DE ALEX \u2013 2001 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:23\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; Mostra o destino insolido de um traficante do morrinho.<\/p>\n<p>L\u00c1GRIMAS E REVOLTA \u2013 2002 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 1\u2019:43\u201d<\/p>\n<p>Fic\u00e7\u00e3o &#8211; Revoltados com a morte do traficante Alex, os moradores resolvem protestar.<\/p>\n<p>CINEMA &#8211; 21h<\/p>\n<p>CIA \u00c9TNICA DE DAN\u00c7A<br \/>\nMIX MEM\u00d3RIA \u2013 2004 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 15\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mostra interven\u00e7\u00f5es e performances da Cia. \u00c9tnica de Dan\u00e7a e Teatro em espa\u00e7os urbanos do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>SOBREVIVENTES \u2013 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 17\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Mostra uma interven\u00e7\u00e3o po\u00e9tica da Cia. \u00c9tnica de Dan\u00e7a na pra\u00e7a, nas pedras e no mar do Arpoador. <\/p>\n<p>ENTER \u2013 2005 &#8211; Dura\u00e7\u00e3o: 59\u2019:00\u201d<\/p>\n<p>Document\u00e1rio \u2013 Ensaio em cinema digital sobre o espet\u00e1culo ENTER, \u00faltimo espet\u00e1culo da trilogia Cobertores, iniciada em 2000 pela Cia. \u00c9tnica de Dan\u00e7a.<\/p>\n<p>Servi\u00e7o<\/p>\n<p>Outros Olhares, Outras Vozes<br \/>\nMostra de cinema e v\u00eddeo<\/p>\n<p>De 15 a 20 de novembro<\/p>\n<p>Centro Cultural Banco do Brasil \u2013 Rio de Janeiro<\/p>\n<p>Rua Primeiro de Mar\u00e7o 66. Centro<\/p>\n<p>Tel.:<\/p>\n<p>Cinema: 102 lugares + 02 para cadeiras de rodas <\/p>\n<p>Sala de V\u00eddeo: 53 lugares + 02 para cadeiras de rodas<\/p>\n<p>Ingressos: CINEPASSE &#8211; credencial v\u00e1lida para 30 dias de todas as programa\u00e7\u00f5es de cinema e v\u00eddeo mais videoteca\/acervo &#8211; R$ 8,00 e R$ 4,00 (meia-entrada).<\/p>\n<p>Outras Informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>PAGU Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Carla de Gonzales e M\u00e1rcio Cabral<br \/>\n \/ (Carla) \/ (M\u00e1rcio)<\/p>\n<p>carlapagu@uol.com.br<\/p>\n<p>&nbsp;\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>20051111 11:08:00 rod CCBB Rio e Grupo N\u00f3s do Morro apresentam 86 trabalhos de produ\u00e7\u00e3o audiovisual realizados por novos autores na mostra de cinema e <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/emigrazione-notizie.org\/?p=1236\" title=\"421 Eles por Eles\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[76],"tags":[],"class_list":["post-1236","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-76"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.5 - 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